terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bento XVI se reunirá com Obama para discutir a santidade do domingo

O papa Bento XVI deverá ir aos EUA para conversar com o presidente Obama sobre a santidade do domingo.

Este tema que parece novo é em verdade, uma manobra apocalíptica da Igreja Católica para definitivamente tornar o domingo como dia de guarda no mundo e partirá este decreto, por incrível que pareça do maior país protestante.

O documento que trata deste decreto já está na Casa Branca desde o governo Bill Clinton, que por razões políticas não levou o assunto adiante e o mesmo aconteceu com Bush.

Na Alemanha, há muito um bispo que vem trabalhando incansavelmente para promover a união das igrejas.

Em 2006, em Porto Alegre, aconteceu um encontro que reuniu cerca de 600 denominações religiosas com o viés de promover a paz no mundo e um novo encontro ficou marcado para sete anos depois deste evento.

A Igreja Católica, que não é cristã e sim apostólica romana, tenta ressurgir e assumir o controle do poder religioso, pregando o porquê de tantas religiões, se o Deus é o mesmo.

O domingo, que a Igreja sustenta como dia de guarda, foi implantando por Constantino por volta do ano 412 DC e se deu em razão de um povo, adorador do sol, que se negava a fazer qualquer atividade neste dia, ou seja: o dia do sol, que no inglês, é Sunday.

Como a santidade católica passava por problemas políticos a época, este mesmo Constantino, que era considerado um bárbaro, foi nomeado como papa pela Igreja e então, decretou este dia como dia de guarda, tanto é que este mandamento católico diz: guardareis domingos e feriados e dias de festa, quebrando assim o quarto mandamento escrito por Deus que lembra o sábado como dia de guarda. De igual forma, a Igreja, suprimiu o primeiro mandamento e dividiu o décimo em dois.

Não obstante, ao promover a Constantino como papa, foi o mesmo que ocupar o lugar de Jesus Cristo ao lado do Pai, passando a chamar o então mortal de: Vigário, filho de Deus.

Mas, a mesma Igreja, afirma que o primeiro papa foi o apostolo Pedro, quando Jesus disse a ele: Pedro, sobre esta rocha, ergo minha Igreja.

A referência mal interpretada ou propositalmente interpretada, é que quando Jesus diz sobre esta rocha, Ele está se referindo ao coração de Pedro, ou seja: sabia que Pedro saberia liderar os demais para a proclamação do evangelho pelo mundo da época.

Noutro cenário, o catolicismo busca sustentação para o domingo a partir da ressureição de Jesus que se deu neste dia.

Novamente interpretando ao seu bel prazer, a Igreja não computa o fato de que Jesus morreu numa sexta-feira por volta de 3 da tarde e deu como exemplo o descanso de Seu feito, no sábado para fazer cumprir o mandamento do Pai.

A comprovação deste fato se dá que Jesus ao ressuscitar, encontrou com Maria, não a mãe, e esta ao querer, mesmo que ainda assustada com o evento, abraçar a Jesus. Ele recusou dizendo que iria primeiro ao Pai. Mas, mandou que ela levasse a boa nova aos discípulos e cristãos daquele período.

O decreto dominical que será assinado por um presidente americano que pode não ser Obama, mas acontecerá mais hoje, mais amanhã, assim como a união das igrejas será consumada e o catolicismo terá novamente o controle do poder, tanto na esfera religiosa quanto política, sendo que esta é praticada desde os primórdios, tanto que o Vaticano se divide em dois: um na esfera eclesiástica e o outro na esfera política.

Como Lutero foi o divisor de águas entre o catolicismo e o protestantismo, este divisor acontecerá novamente e, apenas uma denominação religiosa ou os verdadeiros cristãos, primarão pela Lei de Deus que observa o sábado como dia de guarda e não a dos homens que profere o domingo como tal.

Querendo ou não, acreditando ou não, o apocalipse está se cumprindo, onde a Igreja Católica é denominada no livro de João como a grande meretriz, que leva o número da besta, (666) e suas filhas, (estas filhas são as diversas denominações religiosas que também guardam o domingo) e até mesmo os falsos profetas e os sinais de prodígios, (curas e milagre), estão se manifestando.









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