quarta-feira, 3 de outubro de 2012

HOMEM NÃO CONTRAI VIRUS DO HIV... A MENOS QUE...

Os primeiros casos ao qual se teve notícias sobre esta epidemia, ocorreu lá nos idos anos 80.

De lá pra cá, milhares de pessoas morreram por conta disto, mas, também, de uns tempos pra cá, muita gente está vivendo e muito bem, devido aos avanços na busca não da cura ainda, mas de como dar sobrevida aos soros positivos.

Evidentemente que quem toma os devidos cuidados e leva a risca o tratamento tem logrado êxito nesta questão.

Mesmo com as muitas campanhas para tirar o preconceito em relação a quem tem o vírus, ainda assim este preconceito e até mesmo a ignorância sobre o tema faz com que este quadro persista.

As campanhas também sobre o uso de preservativos e outros métodos de prevenção, também são largamente difundidos, mas, em nenhuma destas, se encontra a recomendação explicita de manter uma relação estável e monogâmica.

O carnaval é o exemplo clássico e, por conseguinte, os governos gastam milhões de reais na distribuição gratuita de preservativos, posto que, é sabido que na festa do vale a carne, as urgias sexuais serão inevitáveis, associadas ao uso abusivo de alcóol e outras drogas também.

Agora, depois da festa do vale a carne, o que se toma conhecimento e isto já é estatístico, é o números de gravidezes contraidas neste período pela falta de prevenção. Ou seja: na hora do prazer, a razão via de regra, desce para as genitálias.

Mais do que o HIV, (foco de todas as atenções), as mulheres em especial, devem se preocupar com o aumento das DSTs e estas por sua vez, uma vez não tratadas adequadamente podem trazer o surgimento de cânceres e outros males.

É preciso ter clara a evidência de que os canais receptores nas relações sexuais são inegávelmente no caso do HIV; a vagina e o ânus.

Os homossessuais são os mais atingidos neste processo e por conta disto, o número de infectados nas estatísticas, é maior.

O compartilhamento de drogas através de seringas e até mesmo canudos feitos com notas de dinheiro, são canais de transmissão do virus e isto tem sido largamente difundido.

Outro cenário que tem chamado a atenção dos especialistas e também dos números registrados, é o aumento da contração do virus em mulheres casadas e, teoricamente, fiéis aos seus cônjuges, que por sua vez, (eles), se mostram hétorosexuais.

E é neste cenário que se trava a discussão sobre o fato da esposa ter contraído a doença do próprio marido.

Porém, há que se dizer e isto não é novidade, de que o virus pode ficar por anos encubado sem se manifestar, o que pode fazer com que este se manifeste, está diretamente atrelado ao modo de vida da pessoa; os cuidados com sua saúde, por exemplo.

Mas, alguns médicos, mais do que doutos no assunto e que não aparecem na grande mídia, afirmam que os verdadeiramente héterosexuais, não contraem o virus do HIV.

Desta forma, este marido ou companheiro, ou contraiu a doença há muito e como foi dito estava encubada e se, for hétero, pode ter contraído pelas drogas ou ainda em casos onde pudesse haver fissuras nos órgãos ativadores do prazer: boca/lingua e pênis.

O virus do HIV, é por deveras frágil e não resiste a exposição fora do organismo. Desta forma, os homens só podem contrair a doença nas seguintes formas: Sexo oral - se este estiver com alguma cavidade dentária exposta e se na lingua houver algum tipo de fissura aberta e que possa sangrar, mesmo que pouco ser um canal receptor do virus. Os lábios também não devem ter nenhum tipo de fissura nestes moldes para que o virus possa achar um canal de entrada.

O mesmo cuidado deve se ter com o pênis e de igual forma, não ter nenhum tipo de fissura ou herpes que possam ser canais de entrada do virus.

Observando estes cuidados, é muito improvável que um héterosexual possa contrar o virus do HIV.

Agora, isto não significa, que por precaução e também para que num encontro casual ou mesmo num relacionamento estanque, os homens não devam se precaver e também as mulheres, uma vez que pode surgir uma gravidez inesperada ou mesmo as infecções por DSTs, como: gonorréia, cancro e cífilis.

Até neste caso, o homem, mesmo que seja uma doença, leva vantagem sobre a mulher, porque estas mensionadas aparecem visivelmente no homem, o que já não acontece com as mulheres num período curto.

Os homens ao se relacionarem com mulheres em encontros casuais devem observar alguns detalhes: as nádegas das mulheres, são via de regra frias, mesmo no calor, se esta estiver quente como que com febre, ela pode estar com alguma destas doença e não saber.

Friccionar a região dos ovários e útero, com um pouco de força sem machucar a parceira, poderá revelar um estado doente, caso ela se encolha ou tenha a sensação de dor, não pela fricção, mas nos órgãos mensionados.

Obedecendo a estes cuidados, os homens não contraem o virus do HVI e outras doenças, porque em não havendo canal receptor, não há como e, por conta disto, por mais estranho que possa parecer ou ser dito, o 'homem' que contrai a doença, ou não teve estes cuidados, ou é homossessual não assumido e mantém um casamento, (há muitos casos desta natureza), ou compartilhou o uso de drogas.

Afora isto, homens, mantenham-se vigilantes e precavidos ao exposto, mas, não se preocupem tanto, porque se é homem mesmo... não contrai o virus do HIV.

Já as mulheres, continuem sim, exigindo o uso de preservativos também devido ao exposto sobre outras doenças e o mesmo deve acontecer com os homossessuais.

É melhor previnir, do que remediar e, de preferência, cultivar as uniões estáveis. Isto vale para todos.

2 comentários:

  1. Obrigado pela informação, amigo. Já sabia que quem pega AIDS é gay, mas a mídia não divulga essa verdade. Forte abraço!

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  2. Vejo um certo exagero ou quem sabe até um preconceito aos homossexuais, quando vc diz “mas, não se preocupem tanto, porque se é homem mesmo... não contrai o virus do HIV.” isso não existe. Isso é um juízo de valores. Se uma mulher hetero que já nasceu com o vírus e não informa ao seu companheiro que é “Homem mesmo” e ele tem uma relação com a mesma, sem preservativo o risco de contaminação é altíssima. E dentre outros casos. A sua fala aqui nesse site é duvidosa e trás um discurso preconceito, discriminatório e desinformativo. Atrasando as grandes evoluções já gerada ao combate ao HIV.

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