domingo, 18 de novembro de 2012

CASO MARTINELI: IMÓVEL DE WALDIR DILKIN FOI GUARIDA DA FALSA TESTEMUNHA VERA EM 2008

Ainda há quem esteja torcendo para que os 'réus', Carlinhos Vira Mato, Jaime Schneider e Jauri sejam condenados pela pseudo tentativa de assassinato de Martineli.

A Voz em sua versão impressa já se pronunciou sobre este assunto e nutre a certeza de que tudo não passou de uma grande armação para principalmente incriminar o PT e Toco juntamente e, curiosamente, o processo foi desarquivado no pleito de 2008, onde Duduzinho também está envolvido neste caso.

O inquérito policial é literalmente vergonhoso e não há como acreditar que o promotor Marcelo Tubino tenha oferecido denúncia deste caso e se empenha para colocar os algozes na cadeia.

Carlinhos por exemplo, se houver alguma coisa que deponha contra ele deverá ser em outra esfera, como danos morais que tenha cometido e isto é sabido de sua conduta.

Já Jaime, deverá ser enquadrado por crime de coação, intimidação e outros relacionados a sua conduta também de conhecimento público e, Jauri, nunca passou de um testa de ferro ou, como se diria, um leão de chácara de Jaime. Porém, este crime ao qual querem lhes imputar, jamais aconteceu.

É inconcebível acreditar que um franco atirador descarregue uma arma 380 há cerca de um metro de distância e consiga acertar somente cinco tiros. Detalhe: Nenhum em pontos vitais. Por outro lado, somente uma bala de uma arma deste calibre seria suficiente para fazer um enorme estrago.

Informações dão conta de que no dia do ocorrido, a BM teve de dar voz de prisão a Martineli pelo fato de a ambulância já estava a disposição e ele com todos estes disparos ainda conseguia estar ao telefone informando o Blog Vide Verso e também a Políbio Braga, que, diga-se passagem, odeia o PT sobre o ocorrido e que imediatamente foi postado na Web. 

Mais gritante ainda, é o fato de que o pai de Matineli foi quem levou a polícia pelo menos três projéteis dos disparos, coisa que deveria ter sido feita pela perícia.

Enfim, o caso é deveras nebuloso, mas o que interessa mesmo é que: José Waldir Dilkin deu guarida a falsa testemunha e, segundo ela mesma, cerca de dois meses depois, Paulo Longaray foi ao imóvel e praticamente a expulsou da moradia.

A cópia deste contrato será encaminhada ao MP para que o promotor Marcelo Tubino quem sabe, possa rever este caso, afinal, é a reputação dele que está em jogo.

Se o prometido for cumprido, A Voz deverá receber também gravações onde Vera diz que tudo não passou de uma grande armação para incriminar os 'acusados', o PT e o próprio Toco.