segunda-feira, 4 de março de 2013

Vergonha: ‘Justiça’ acoberta Waldir Dilkin e condena Sônia Cardoso

                   Charles e Roseli ignoram depoimentos que incriminam Waldir nos crimes eleitorais
 

Em 9 de janeiro foi dada a sentença pela juíza Roseli cassando o diploma de Sônia e declarando inegibilidade por 8 anos, além de multa de 10 mil UFIRS.

O promotor Charles por sua vez, fez deste processo uma guerra titânica para provar que Sônia comprou votos usando de um processo de improbidade administrativa começado em 2010, quando o promotor Paulo ainda estava na promotoria de Estância Velha, passou por Michael e chegou as mãos de Marcelo.

Foi com este processo que Charles tentou impugnar a candidatura de Sônia e foi negado pela juíza Roseli. No entanto, foi com este mesmo argumento, seguido das denúncias sobre a também compra de votos com as casas do Programa de Subsídio Habitacional do Governo Federal, que o mesmo promotor acrescentou em sua petição para fortalecer o pedido de cassação da candidata e Roseli acabou aceitando.

A Voz teve acesso ao processo na íntegra de Sônia e o mesmo não deixa qualquer dúvida sobre a participação direta de Waldir nos crimes cometidos.

Charles, que montou o processo e Roseli que apreciou o mesmo, ao que parece, ignoraram que Sônia jamais teria feito o que fez se não tivesse tanto participação ativa como o aval do prefeito para cometer os crimes.

Sônia, a bem da verdade, era chefe do departamento de habitação. É sabido das mazelas da candidata com a tal cooperativa habitacional que por longo tempo esteve junto com ela no cargo e deste viés de ajudar pessoas em estado de vulnerabilidade, Sônia trabalhou para promover sua candidatura.

As fotos contidas no processo sobre a construção de casas em área pública de concessão a Associação dos Moradores do Alto da Colina, não deixam dúvidas sobre a participação de Waldir, colocando inclusive maquinas da prefeitura para abrir ruas em uma área verde e de preservação ambiental.

De igual forma, foram assinados empenhos pelo prefeito autorizando a compra de materiais de construção para algumas pessoas que se comprometeram em angariar votos para ambos.

Já em relação ao Programa de Subsídio Habitacional, a orgia foi ainda maior e tanto a distribuição das casas mal acabadas para os amigos deles como a promessa a outros, o que não aconteceu por isto o motivo das denúncias em rede de TV, deram a outra sustentação ao promotor para seguir em sua saga contra Sônia.

Tudo é vergonhoso, antiético e imoral, e plenamente condenado pela Legislação Eleitoral em seu artigo 73.

Neste cenário do programa, também aparece, ainda que fora do processo, a figura de Ivete de Godoy, também dando seu ar da graça e prometendo casas aos inscritos e não inscritos, se ajudassem a Waldir a se reeleger.

A vergonha, porém, foi o fato de que os que deveriam promover a justiça acobertaram e ignoram a participação direta de Waldir em todo ato criminoso e focaram as provas como se Sônia tivesse feito tudo sozinha, inclusive, há que se indagar, ter forjado a assinatura de Waldir e assinado os empenhos, assim como, foi ela sozinha quem deu ordens para abrirem ruas, (onde inclusive aparece o nome de Ivo leiteiro, [diretor de obras], ligando para um dos beneficiados que estaria no local para abrir uma das ruas) e colocar brita para acesso nas casas construídas de forma irregular e com intuito eleitoreiro.

Mas esta vergonha promovida pela ‘justiça’, não pára por aí, os depoimentos são claros, as pessoas foram ouvidas, seus testemunhos lavrados e assinados por Roseli e Charles, que além de deporem sobre Sônia, algumas delas disseram o seguinte: “Tomei uns uísques na casa do prefeito e trocamos algumas ideias”; “Ganhei vários ranchos do prefeito” e;” Eu tenho os papeis lá em casa que o prefeito me deu pra comprar na madeireira”. Isto só pra começar!

Além do mais, ambos ignoraram outras denúncias contra Waldir e a participação de Ivete. O caso do senhor Sebastião, por exemplo, que recebeu cimento, tijolo e telhas ainda na campanha e denunciado por este jornal, sequer, se deram o trabalho de pelo menos investigar a denúncia.

Já que Sônia era a ré e atuava no departamento de habitação do município, por que ambos não aproveitaram o ensejo e questionaram a candidate se ela realmente tinha tanto poder assim pra fazer tudo sozinha?!

Enquanto no país foram cassados centenas de prefeitos por muito menos, (como foi o caso de Tarcísio em Novo Hamburgo), em Estância Velha, para não dizer que nada fizeram, pegaram a Sônia como bode expiatório para dizer que cumpriram com a legislação eleitoral.

Veja outros crimes apresentados à ‘justiça’ e ignorados por Charles e Roseli:

- Obstrução a justiça: Este diz respeito ao fato de Waldir avisar os amigos da visita do então promotor Michael as empresas. É crime e enquadrado na lei nº 3180/04;

- Prevaricação: Versa sobre improbidade – má fé – desvio da verdade e abuso de confiança. Enquadro na lei nº 8.429;

- Crime contra o Meio Ambiente: enquadrado na lei federal nº 9.605/98;

- Omissão da origem de recursos para obras: Este é sobre recursos muitos deles vindos do Governo Federal e que o prefeito não divulgava a origem, fazendo parecer que a obra era feito de sua administração. Lei complementar nº 131/2009;

- Abuso de poder: artigo 22 da LC nº 64/90;

- Cerceamento a liberdade de expressão: artigo 5º - incisos III – IV e VIII da Constituição Federal e, o mais importante: Compra de votos; Lei nº 9.504/97, artigo 73 § 4º. Cabe destacar neste em especial, que a lei é clara do narrar que somente o fato de haver a intenção já se configura o crime eleitoral, quanto mais em sendo provado como foi o caso e mesmo assim, José Waldir Dilkin foi acobertado pela ‘justiça’ nas figuras do promotor Charles e da juíza Roseli.

Ficou também mais do que claro que ambos fraudaram um programa do Governo Federal com recursos também do Governo do Estado para se locupletarem e angariar votos de forma fraudulenta.

Por outro lado, mesmo que hajam comentários sobre o fato de o promotor ter dado seu parecer e a juíza acolhido, dizendo inclusive que as petições da doutora Eliana eram aventureiras, é um direito que os assiste e, neste caso, a doutora foi clara em dizer: O promotor pode dizer o que ele quiser.

Mas há outro fato muito importante que deve ser levado em consideração; é o de que, o mérito, ou, as provas por assim dizer, sempre estão disponíveis para ingresso de uma nova petição e isto significa que: eles não querem cassar José Waldir Dilkin, mas não conseguem ao mandar baixar um processo, fazer o mesmo com as provas.

Portanto, as provas são irrefutáveis e a advogada já está tomando outras providências para definitivamente cassar a Waldir e Ivete.

Como diz Boris Casoy: Isto é... uma... ver-go-nha!!! Mas, em Estância Velha, isto já está parecendo muito normal e por isto também, é que a população não confia na juíza Roseli. Em sendo assim, está na hora dela ir embora. Porque o promotor Charles, mesmo sendo o representante da sociedade teria a obrigação de defender os interesses e direitos desta, mas, neste caso, ele deu seu parecer e cabe à juíza aceitar ou não. Como ela acolheu a tudo, ouviu tudo e assinou tudo, sem sequer questionar a participação de José Waldir Dilkin, é certo que alguma coisa estranha deva estar por trás de tudo isto.

Que as autoridades se pronunciem porque com certeza a sociedade quererá saber do por que deste tratamento tão diferenciado a Waldir Dilkin se ele participou ativamente dos crimes administrativos com Sônia e com Ivete e Sônia de todos nos crimes eleitorais.

Há que se dizer também, que se a maioria da população não quer Waldir a frente do executivo municpal, deve se pronunciar, porque ficar pelos cantos falando baixinho, não vai mudar o cenário. A força do povo faz toda a diferença.





4 comentários:

  1. tenque tirar esse homen e essa mulher da prefeitura logo não podemos esperar mais eles vão afundar com estancia velha de vez!!!

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  2. Esse Charles é um BANANA! É que sei, se alguém calçar o pé, ele afrouxa as pernas. Baita cagão, pelo menos comigo baixou o topete! E a juíza, bom, a juíza, é daquele jeito... feijão com arroz... Facilmente influenciada, incoerente, não lê os processos, age pelo instinto como um c...

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  3. antoninho spengler13 de abril de 2013 11:02

    sr Luiggi quando os anonimos comentam a seu favor voce não fala nada, mas quando são contrários...

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    1. antoninho, se você prestar atenção, não faço mais nenhum comentário em cima de comentários. Os comentários são a opinião dos leitores e não devo fazer contra ponto, porque minha opinião já ficou expressa nas matérias publicadas. obrigado por participar.

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