segunda-feira, 5 de maio de 2014

A GRANDE MERETRIZ SE DECLARA GAY E ADEPTA AO LGBT

A igreja Católica que em um passado não muito distante de nossos tempos,(isto pra não adentrar o período da escuridão,{idade média} e suas práticas malévolas em nome da Santa Inquisição, a exemplo), viveu seu inferno com as muitas denúncias e comprovações sobre as práticas de homossexualismo e pedofilias, onde, para pagar algumas indenizações teve de tirar de seu cofre a parca quantia de mais de U$ 20 milhões, busca de todas as formas se insurgir e impor seu domínio diabólico, a começar pela retirada de Bento XVI, que estava contrariando os interesses do Vaticano e colocou um latino, que via de regra, latinos, são mais flexíveis, amantes de boa mesa, frenesis e outros fetiches. 

Ao declarar em documento seu apoio inconteste a parada gay realizada neste domingo em São Paulo, 'A Santa', avança ainda mais em seu objetivo apocalíptico de contrariar abertamente sua total irreverência a Palavra de Deus; A Bíblia.

Ela, que não é cristã, mas usa a Jesus como escudo para enganar, carrega consigo uma enorme mancha negra e diabólica em sua história, a começar pelos 10 mandamentos escrito com o próprio dedo do Criador e dado a Moisés lavrado no livro de Êxodo, capitulo 20 em diante, suprimindo o primeiro mandamento que Deus proíbe a idolatria a santos e imagens, trocou o quarto mandamento que é sobre o verdadeiro dia de adoração a Deus, o sábado e, dividiu o décimo mandamento em dois para fazer parecer ser, os mesmos dez mandamentos.

Lutero, foi no entanto, o grande divisor de águas do catolicismo, criando assim o protestantismo. Porém, seus seguidores não se mantiveram no caminho, se fragmentaram e o que temos hoje, são cerca de 40 mil denominações religiosas e a todas estas, o apocalipse as chama de: as filhas da grande meretriz, pois como ela, guardam o domingo e, de alguma forma, esconde a Palavra de Deus de seus fiéis. (Mas isto é outra história).

A verdade neste texto, é que ao apoiar uma prática controversa ao da criação do homem e da mulher, a igreja católica mais uma vez contraria o próprio Deus e se diz, através do papa, que este é o Vigário, Filho de Deus, onde neste ato, é o mesmo que tomar o trono de Jesus Cristo, o verdadeiro e único intercessor junto a Deus.

Se considerando suprema, a igreja vem agora em defesa dos gays e lgbt onde na bíblia, tal prática, é abominável aos olhos de Deus. Isto não significa que Deus não ame tais criaturas, mas abomina a pecaminosidade de tal prática.

No livro de Romanos, capito um, nos versos de vinte e cinco a trinta e dois, Paulo deixa muito claro que esta prática não se equaciona com os princípios de Deus, mas, a igreja católica, lavra em documento seu total apoio a esta prática mais do que pecaminosa.

O livre arbítrio, instituído por Deus, permite a raça humana fazer suas escolhas, mas isto não significa que  tenha a concordância do Criador, afinal, todos são seus filhos.

Agora, uma igreja que se diz, a partir de Pedro, (outra mentira), a representante de Deus na terra, jamais, poderia se engajar nestes movimentos, entretanto, como ela é a meretriz do apocalipse, cometer mais este delito na contramão do que manda o Todo Poderoso Deus, é mais do que normal. Tanto é verdade, que casamentos entre pessoas do mesmo sexo já estão sendo realizados pela 'Santa' e algumas de suas filhas.

O pior está por vir, e quem continuar a dar vazão a igreja do 666, haverá de sofrer as dores do juízo final, tanto pregado por ela, quanto por suas filhas e, o grande juízo, que já começou, culminará com a união das igrejas; mãe e filhas juntas, (todas, de satanás), para pelejar contra a verdadeira igreja de Jesus Cristo. Está estrito na bíblia, só continuará ignorante quem não quiser abrir da Palavra e buscar a verdade.

Quanto aos gays e etc, em sua maioria, são pessoas maravilhosas e nossos irmãos em Cristo, por isto não devemos julga-los, mas também, não devemos apoiá-los e sim, permitir que cada um reconheça o erro de sua prática e resolva-se com Deus, que é o único com poder para julga-los, condená-los ou mesmo perdoá-los, desde que, abandonem a prática homossexual.