quinta-feira, 9 de abril de 2015

EST. VELHA/RS: FUNCIONALISMO PAGA CARO O PREÇO POR TER VOTADO EM WALDIR COM PROMESSAS QUE ELE NÃO CUMPRE

Mais um impasse criado entre o Legislativo e o Executivo Municipal, além é claro, do funcionalismo público dividido entre professores e os outros.

No meio da confusão criada pelo prefeito,ele mesmo tenta se eximir tanto da sua responsabilidade quanto do compromisso que assumiu junto a casa legisladora de aumento do salário dos professores em especial, ele assumiria.

Como já é sabido, o prefeito não assume o que diz, nem que seja por escrito, até parece o Paulo Maluf e já no mês de abril, o funcionalismo quer seu aumento de salários previsto em lei e os professores querem o piso nacional.

Na seção desta terça-feira, a categoria compareceu em peso na câmara, para ver se o projeto havia sido aprovado e, muito mais, queriam de alguma forma pressionar os vereadores, que, diga-se de passagem, tem contribuído em muito para o caos que se instaurou devido a falta de compromisso da atual administração. 

O executivo se comprometeu em mandar alterações ao projeto ainda na terça-feira para passar pela Comissão de Constituição e Justiça que se reúne as 14 horas, mas, tal chegou somente as 18 horas e não foi mais possível fazer nada, ficando assim, a votação adiada.

No entanto, o que o funcionalismo está vivendo, como o maior inferno de suas vidas, é até justo, afinal, mesmo em tese, sendo pessoas com mais entendimento, se deixaram levar pelo engodo do prefeito e um vale refeição de R$ 300 que se for averiguar, é praticamente certo que este benefício está se tornando dívida no BANRISUL.

Portanto, mesmo que legítima a reivindicação, tanto funcionários de outros setores da administração, quanto professores, tem de cobrar daquele que os enganou e não da casa legisladora que não tem poder algum para versar sobre esta matéria, apenas, aprovar ou não o projeto advindo do poder executivo municipal.

Alerta: é bom que o funcionalismo fique de olhos e ouvidos bem atentos, afinal, há rumores de que o executivo esteja pensando em colocar a mão de novo, no FAP - Fundo de Aposentadoria e Pensão do funcionalismo, como já o fez, só que agora, o valor está beirando a casa dos R$ 100 milhões e isto sim é mais preocupante.

Com relação ao piso nacional, caso não aja um entendimento, a categoria poderá ingressar com ação judicial para fazer valer seus direitos, porque não casa legisladora, apenas irão perder seu tempo e culpar quem neste caso, não tem culpa alguma.