domingo, 24 de maio de 2015

DILMA QUER SANGRAR O POVO, MAS NÃO SANGRA A PRÓPRIA CARNE; (MINISTÉRIOS E CARGOS)


A presidenta Dilma, ao que parece, para tampar os muitos rombos de programas mal elaborados e executados de forma assistencialista e eleitoreira, fruto dos dois mandatos de Lula e de seu primeiro, quer agora ajustar as contas do governo e sanciona o povo brasileiro com um pacote de medidas lesivo ao já muito taxado; contribuinte.

A loucura é tanta, que para atingir seu intento, o governo Dilma, chegou ao desatino de oferecer cargos e mais cargos para a base aliada com a finalidade de aprovar o dito ajuste fiscal.

São trinta e nove ministérios, muitos, desnecessários e fala-se em mais de 100 mil cargos, que, se somadas, as mordomias, salários e outros, dariam com certeza em um ano, um valor mais do que exorbitante, que poderia ser aplicado nas contas que o próprio governo criou.

No entanto, tal hipótese está cada vez mais afastada e a companheirada continuará recebendo seu quinhão, com a sangria que o povo brasileiro terá de sofrer.

Porém, a volúpia de gastos, também atinge a Câmara dos Deputados e o Senado, que, de igual forma, a fortuna gasta para manter tanto as casas quanto cargos e outros benefícios, também poderiam se somar para tampar o rombo que agora Dilma quer tampar com o sangue do povo.

Algumas das medidas, são sim, importantes e já deveriam há muito ter sido feitas, mas outras, são de cunho do descompasso do governo e da falta de um planejamento minucioso para aplicar os recursos em políticas públicas e, não é nem preciso falar em toda a farra com o dinheiro público em propinas, desvios e roubos a toda hora noticiado.

Enfim, o tão polêmico ajuste, onde a oposição para fazer média eleitoreira se postula contra, mas não apresenta soluções, ainda que no viés do vai e vem ao Congresso, já atingiu o povo e, em especial, a classe empresarial,e por mais que o governo tente negar, estamos sim, vivendo um período de recessão e a isto, mais do que por conta da economia, é um processo de crise moral que o Brasil está vivendo e não se sabe quando isto irá ter fim ou, um final, dito feliz para o povo brasileiro.