segunda-feira, 14 de setembro de 2015

TROCA DE ACUSAÇÕES PODERÁ GERAR UMA GUERRA CIVIL ORQUESTRADA POR PT E SPDB


O cenário político parece estar remontando o tempo onde a ARENA - Aliança Renovadora Nacional e o MDB - Movimento Democrático Brasileiro, se digladiavam por seus interesse.

A ARENA, era representante aberta da elite e o MDB, dizia-se um parido dos interesses do povo. Tudo isto, durante o Regime Militar.

É óbvio, que o Regime, acomodava os dois lados, mas sempre é claro, privilegiando a elite, ao ponto de membros da ARENA, ocuparem cargos eletivos em maioria em todo o Brasil.

No cenário atual, vê-se claramente a repetição deste, por que não dizer, triste marco histórico da história do Brasil, nas figuras ditas partidárias, PT e PSDB.

Em tese, o PT se mostra como maioria e forte, deviso a sua base aliada, mas o PSDB, é forte, porque arregimenta o capital, os meios de comunicação, dentre outras artilharias para deflagar uma verdadeira guerra, pior; civil.

O lado positivo deste entrava, é que ambos estão mostrando suas caras e seus propósitos e se a sociedade tiver este entendimento e participar, lutará pela Reforma Política o mais rápido possível.

A Voz defende que sejam estabelecidos quatro partidos, sendo: um extrema esquerda, um, centro esquerda, um, extrema direita e um, centro direita.

Os de extrema seriam os chamados xiitas, radicais e conservadores, já os de centro, os mais liberais, acabaria assim também, os chamados partidos nanicos ou, de aluguel e o mais importante, estes partidos teriam suas caras muito bem definidas o que ajudaria a não confundir os eleitores, afinal, na mídia, nos palanques e etc, todos parecem ter o elixir milagroso, (até subir ao poder), depois, abandonam seus discursos e partem para suas práticas pessoais e isto inclui, os fisiologismos partidários pagos com o dinheiro do contribuinte.

A guerra civil, é algo muito perigoso, porque se divide, via de regra, em dois grupos, onde o ódio e a intolerância se instauram e cumina em prejuízos tanto para os envolvidos, quanto para a nação.

O momento está ficando cada vez mais caótico e quando se propaga o chamado ranço político, fica deveras difícil qualquer rodada de negociações, acomodações e entendimentos mútuos.

Na atual conjuntura, o PSDB, insiste em querer numa queda de braço, desestabilizar por completo o atual governo, não aceitando sucessivas derrotas.

Já o PT, se arma agora para o contra-ataque, e quer ver a roupa suja de seu oponente ser lavada na mídia, em tempo real. E neste jogo de interesses dito partidários, quem está no meio, é o povo, totalmente desprovido de uma informação seria e de resultados eficientes nas investigações e, o que o povo mais quer, é a punição dos corruptos.

O povo que quer isto, não está interessado qual seja a bandeira, apenas está cansado de não ver seus impostos devidamente aplicados em todos os setores da sociedade.

Já um outro povo, é aquele que orquestra seus interesses: seja da manutenção de seu bens e capitais, seja por uma sobrevivência mais digna. E são estes povos que estão bombardeando e se bombardeando sem refletir no pior; uma guerra civil.

O povo primeiro citado, deve tomar as rédeas desta situação e fazer o segundo povo entender, bem como os partidos que estão orquestrando esta calamitosa situação, de que quem manda, é este povo que quer apenas ver seus impostos aplicados em saúde, segurança e educação, (os principais).

Se isto não acontecer a galope, estamos sim, a beira de uma guerra civil que não será bom para ninguém, muito menos para o Brasil.

O pior em tudo isto, é que esta guerra, pode até ter um marco para um começo, mas não vislumbra um fim, podendo por anos a fio, travar a economia, as conquistas sociais dentre outros avanços, que ambos os ora inimigo, aos seus jeitos, cada um fez.

O momento não é mais de apontar o dedo para quem é o culpado e sim de pensar no povo e no Brasil. Do contrário, o colapso será total.

Está passando da hora de uma profunda reflexão e de colocar a mesa os rivais e chegar pelo menos, a um consenso que seja bom, no mínimo para a maioria e não para seguimentos sociais de qualquer natureza. 


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