quinta-feira, 10 de março de 2016

BRASILEIROS SOFREM DE AMNÉSIA OU, DE MEMÓRIA SELETIVA. SAIBA POR QUÊ!



Ao contrário do que está sendo pregado como verdade, ninguém está brigando contra a corrupção e sim pela disputa hegemônica de poder e o povo é apenas mais uma vez; a massa de manobra.


Será que se deve chamar de impressionante o que está acontecendo no cenário político brasileiro que estende seus tentáculos na mídia, redes sociais e outros tantos canais, ditos de comunicação, ou devemos apenas reconhecer que o povo brasileiro além de desinformado, é mais do que manipulado desde o tempo do império? Eis a questão!

Um povo que quando aposentado, ou recebendo benefícios de programas sociais diz que a Dilma, (no poder), é quem paga, já é prova cabal de sua alienação no que diz respeito ao fato de que tudo o que recebe, evidentemente, é fruto de seu trabalho e, por conseguinte, dos impostos que paga, direto ou indiretamente. 

Um povo que não sabe votar ou vota consoante as benesses de campanha ou ainda, motivado por outrem a votar num candidato ao qual sequer, sabe de onde saiu, a que está vindo e o que fará.

O exemplo recente, foi a eleição do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. O governador eleito, Sartori, usou quase que em sua plenitude o espaço de campanha dizendo: meu partido é o Rio grande!

O então candidato, passou o tempo de programa eleitoral, sem apresentar nenhuma proposta para as áreas do setor público que viessem ao encontro das demandas da sociedade. Aliás, é de praxe o estado não re-eleger governadores!

Na outra ponta do Brasil, Renan Calheiros, renunciou para não ser cassado, e mesmo assim, seu estado o reconduziu ao Senado.

Elencar os muitos absurdos que acontecem no país com o plácito olhar do povo ou com a conivência desmedida de permitir que as mais diversas formas de corrupção em todos os setores se alastrem e até se perpetuem, é algo a ser mais do que pensado.

A coisa é tão gritante, que até pobre é reacionário, motivado evidentemente pela classe dominante que prega seus interesses colocando este mesmo pobre a frente da batalha ao qual esta classe não quer se mostrar e 'lutar'.

A evidência deste fato se dá no cenário atual, onde Lula, é alvo da mais descalabra perseguição e isto começou a acontecer quando ventilada a possibilidade de seu retorno como presidente, porque até então, Dilma era o alvo, até sua re-eleição.

O que a elite está fazendo, é óbvio que é uma prática de há muito; plantar a discórdia e colher seus interesses sem se importar quem vai sofre ou morrer.

Os Robin Hoods do povo, (Lula e Dilma), passaram a ser Ali Babás, ou seja: a elite conseguiu inverter os valores e prega que eles é quem são os honestos e foram alijados com estes ladrões do povo brasileiro. Pra piorar a situação, até quem se beneficiou em muito com os tantos programas sociais destes dois governo, agora acha que eles são de fato ladrões e, por conta disto, devem ser penalizados.

Num paralelo apenas reflexivo, está acontecendo algo semelhante ao momento da decisão de Pôncio Pilatus, que por interesses políticos, trouxe a Barrabás para junto de Jesus e deu ao povo o direito de escolha. O restante da história é conhecido mundialmente.

Naquela oportunidade, quem colocou a Jesus na cruz, foi seu próprio povo, para quem ele veio num primeiro momento salvar, conforme narra a Bíblia.

Curiosamente, os que arquitetaram sua morte, foi a elite daquele tempo; o Sinédrio!

Voltando a realidade brasileira, o povo, não se diferencia em quase nada do daquele tempo, pois, até quem recebeu o milagre, também se deixou levar pela falácia dos doutos da lei que ajudaram a crucificar o Messias.

Lula e Dilma, não são Messias, mas repaginaram o país que o mundo reconhece, menos o seu povo, que sofre doses cavalares vinte e quatro horas de bombásticas notícias midiáticas que não produzem efeito positivo no cenário político-econômico e social do país, mas, que tem como critério único, atender aos interesses daqueles que estão incomodados com tantos avanços e com isto, de alguma forma estão perdendo o domínio e o cabresto da sua massa de manobra; o povo.

Povo este, que noutra alusão a história bíblica, aconteceu com Moisés. Mandado por Deus, tirar o povo do Egito de uma escravidão de quatrocentos anos, este mesmo povo, lá no deserto num determinado momento, reclamando do profeta disse: no Egito pelo menos a gente tinha o que comer. Quer dizer: estavam livres, mas preferiam a escravidão, para ter o que comer.

Voltando ao povo brasileiro, milhões, foram tirados de toda a sorte de pobreza e hoje condena seus libertadores movidos pelas mentiras plantadas na mídia e redes sociais.

No entanto, há uma parcela deste povo que está atento a estes acontecimentos e começou a se insurgir na tentativa de abrir os olhos destes que estão cegados por tais mentiras e, neste cenário, está cada vez mais clara a divisão de interesses em duas frentes: a da elite, que quer o poder a qualquer custo, e a dos que tem este entendimento claro e não vão aceitar um golpe que agora está sendo chamado de branco, posto que, não há a presença dos militares e a intervenção declarada dos Estados Unidos da América.

Se não houver um recuo, se não houver uma intervenção não corporativa do Judiciário e Ministério Público, haverá sim, a eminente possibilidade de um confronto físico que pode descambar para uma guerra civil promovida pelas duas frentes citadas, sendo que, a da elite, está respaldada pela mídia, judiciário e até d
o Ministério Público.

Mas, se for para fazer prevalecer uma conquista, que foi a Carta Magna, que assim seja, mas não será possível admitir, sob nenhuma alegação, um golpe da sórdida direita que até o momento não mostrou nenhum interesse em apresentar propostas e soluções para o que eles chamam de problema ou, de incompetência da presidenta Dilma.

Neste vídeo, faço uma alusão sobre este momento da história do país e convoco a todos a uma breve reflexão, antes que o caos total possa se instaurar e isto não será bom para ninguém.

ASSISTA AO VÍDEO! E na medida de seu interesse, compartilhe. Ainda há tempo, mesmo que em medidas exíguas, retomar a normalidade no país e recobrar a memória.