segunda-feira, 8 de agosto de 2016

E.V/RS: O DESESPERO DOS PARTIDOS PARA SE AGLUTINAREM NO ÚLTIMO DIA

A sexta e o sábado em Estância Velha/RS, foi sem sombra de dúvidas uma corrida do salve-se quem puder, ou, case-se com quem der.

O que até quinta-feira parecia estar normal, como uma tempestade repentina, mudou todo o cenário de sexta-feira para sábado.

Obviamente, que neste sentido, algumas ditas traições aconteceram e uns que era certo que estavam casados, ou houve alguém que dissolvesse a relação, ou houve o desinteresse do que foi atraído com promessas de amor sem fim.

Ivete, correu atrás de Gledson, que já tinha sinalizado casamento com Plínio. Correu atrás de Plínio que disse que ainda estava se arrumando para o casamento, mesmo sabendo que já estava compromissado com Gledson. Por fim, foi atrás de Luciano que acabou aceitando o convite.

Isto aconteceu, por Egon, presidente do PP, fez Marli Arigoni terminar a relação com Ivete, tomou a frente das negociações e se deu em casamento a Pedrinho, PT.

Rejano, que passou meses anunciando sua candidatura a prefeito, mas não era aceito, estava com o SOLIDARIEDADE e os outros, por fim, disse não sentir firmeza, acabou se enamorando por Ivete, e o PRB, estará junto neste pleito.

Maria Regina, PDT, procurou Marco Gomes, SOLIDARIEDADE, mas recebeu um não.

Enquanto isso, Sônia de Brites choramingava pelo fato de Otávio Luft, foi escolhido para o casamento com Rogério, sem saída, ao que parece, a vereadora terá de encarrar a reeleição.

Toda esta corregia, além de tentarem compor os nomes a prefeito e vice, foi também pela busca de nominatas ao candidatos a vereador, afinal, sem o voto de legenda, não chegam a lugar nenhum ou a quase lugar algum.

O que se viu então, foi uma correria quase insana para a aglutinação e tentar chegar ao poder, pelo poder, porque até o momento e até o final da eleição que será muito curta, não terão de fato uma proposta concreta para a cidade.

Farão rabiscos em papel com promessas, mas, promoter e não cumprir, é muito pior, pior ainda mais, é não saber como fazer e isto com certeza, nenhum partido dos que alvoroçaram tanto, tem para oferecer.

O PROS por sua vez, decidiu não se envolver com nenhum partido, até porque, diga-se a verdade, eles não tinham interesse.

Em sendo assim, o quadro que se desenhou, é sem sombra de dúvidas a confirmação das palavras de Toco: poder, pelo poder, nada mais! Além disto, não haverá nenhum sinal de renovação nos nomes para o executivo e quem poderia ser, perdeu a oportunidade.

Com esta insanidade, o que poderá ser visto no pleito vem ao encontro novamente das palavras de Toco: muitas trocas de acusações, intrigas e inverdades plantadas para denegrir a imagem dos oponentes. É lamentável, mas é verdade.


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