quinta-feira, 10 de novembro de 2016

DONALD TRUMP: O BICHO PAPÃO!


Por meses o mundo voltou os olhos as eleições ditas mais importantes do planeta; a dos USA.

Feita as prévias e desistências, ficaram Hillary, (democrata) e Trump, (republicano), ainda que, tal qual no Brasil, a América tem mais de 30 partidos.

Com muitas trocas de acusações, percorreram o país e entre altos e baixos de ambos nas pesquisas, a mídia sempre dava destaque a democrata como vitoriosa e o mundo assistia a tudo e até dava como certo a vitória de Hillary Clinton.

Trump é do partido republicano, o que em tese, seria um conservador, mas o primeiro fato controverso, é que é um empresário, bilionário.

Nascido em 14 de junho de 1946 em New York, Trump se destacou na mídia por suas declarações, negócios e livros voltados a como ser rico, de sucesso...

Mas o que importa dizer, é que o presidente eleito, levou ao povo americano, uma ideia nacionalista, a de voltar aos bons tempos. Cutucou com vara curta os estrangeiros que com certeza caiu nas graças dos gringos, fossem eles; democratas ou republicanos.

Assumiu para si a responsabilidade de colocar o país na vanguarda e destaca-la ao seu lugar de ser 1ª e maior nação do mundo e tudo isto agradou ao povo.

Para acalmar os ânimos na busca dos votos dos hispânicos, a exemplo, Trump mudou o discurso e até usou personalidades latinas para conquistar o voto.

No entanto, é preciso destacar que o discurso de campanha para ganhar uma eleição é um, mas quando eleito, tudo pode mudar e o presidente eleito, para barrar a democrata, só tinha uma maneira: despertar o civismo e o nacionalismo do povo americano e até mesmo dos que encontraram na América um lugar ao sol.

Donald Trump deverá seguir o protocolo estabelecido no mundo e com certeza dará ênfase ao domínio americano. Poderá ainda, fortalecer a Alca, se aproximar do Mercosul e quem sabe, até querer participar do BRICS, afinal, cerca de 80% da população está nestes países e evidentemente um mercado consumidor em potencial.

Obviamente que o mundo está dividido, para uns Donald Trump é o caos e para outros, o meio para poder alavancar a economia mundial que salvo exceções está à beira de um caos.

Houve até quem dissesse que a eleição de Trump era o prenúncio do Apocalipse, uma grande bobagem. Mas, quem não gostou disto, foi a Igreja Católica, afinal, um republicano, pode representar o atraso em seus interesses tanto de igreja, quanto de estado.

Outro fator, foram os discursos ditos machistas, racistas e outros, o que não representa a visão global dos americanos, mas como não é obrigatório votar, vale os que foram computados e da forma como é a eleição americana, nunca se saberá de fato se um presidente foi eleito pela maioria do povo. A prova da guerra partidária entre democratas e republicanos, está no resultado final, o que no Brasil, poderia ser considerado um empate técnico.

Por fim, não adianta mais as lamentações de quem queria Hillary, Donald Trump, pelos próximos quatro anos, será o presidente da maior nação do mundo; os Estados Unidos da América e com certeza, não será o mesmo bicho papão que se apresentou no pleito americano, porque não podemos esquecer, que alguém ajudou o candidato a chegar ao poder e a este alguém ou mais, terá também de rezar uma cartilha destes interesses. 

Assim é a tal política em qualquer lugar do mundo, mesmo nos países ainda persiste os regimes ditatoriais.

Luigi Matté


Nenhum comentário:

Postar um comentário