quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

E.V/RS: NEM LEGISLATIVO, NEM EXECUTIVO SABEM O QUE FAZER COM O HGV/ISEV. A UNASEV SABE!


A novela com final de desestre anunciado, começada no governo Waldir, com a muita participação maquiavélica da então secretária Ângela, continua no ainda incognito governo Ivete, que foi vice de Waldir.

Na madrugada de segunda para terça, 24/01, um cidadão se dirigiu a unidade hospitalar, para somente e tão somente, realizar um procedimento de nebulização em face estar muito afetado por sua sinusite. O fato se deu por volta das três da manhã daquela madruga.

Ao chegar, reconheceu um policial da BM que estava no local com um meliante e, desde as vinte e três horas aguardava atendimento o exame de corpo de delito do preso.

O policial estava com os coturnos embarrados, calça a meia perna molhada e ainda tinha de levar o preso para São Leopoldo.

Foi informado de que havia apenas um médico e a "boa vontade" para atender, era algo! No entanto, diz-se que este médico já havia atendido no dia e como não tinha outro, ele adentrou em plantão.

Este, obviamente, já é o primeiro absurdo. Já o segundo, é o fato de uma viatura da polícia e dois PMs, ficarem mais de quatro horas aguardando um simples atendimento para dar prosseguimento a ocorrência.

Mas os absurdos não param por aí! Ainda que naquele horário não houvesse muita demanda, uma funcionária informou que haviam pacientes esperando atendimento desde às quatro horas da tarde de segunda-feira. Contou ainda, que a ordem de medicação para dor era: dipirona e soro, uma vez que a unidade não está dispondo de medicação para atender aos pacientes. Narrou também, que o FGTS não está sendo depositado e se reclamam, a resposta que recebem é: vá procurar seus direitos.

Cabe lembrar, que se houver um derrame de ações trabalhistas e a informação é de que já tem, quem vai arcar com isto, é o erário público, pois figura como solidário ao ISEV.

SISTEMA:

A situação está tão caótica que até o sistema da unidade para facilitar a ficha de atendimento aos pacientes está fora do ar, o que com certeza, é por falta de pagamento. Desta forma, toda vez que um paciente se desloca a unidade, tem de fazer nova ficha e, no acolhimento, narrar o que pode ou não tomar como medicamento, a exemplo.

AUDITORIA:

Diz-se que, a administração está fazendo uma auditoria na unidade hospitalar com a concordância do legislativo e, em conversa com a vereadora Veridiana, estão aguardando o resultado para ver até mesmo se faz um novo contrato com o ISEV, assim, fica claro que nem legislativo, nem executivo sabem o que fazer com a unidade hospitalar e se insistirem com o ISEV, estarão insistindo no erro, afinal, este contrato, além de extremamente unilateral que só favorece a entidade contratada, como é inconstitucional. 

PREFEITA IVETE:

Ela foi vice de Waldir, e como tal, deveria saber destas questões, assim como, uma vez que sua pretensão de ser eleita foi contemplada nas urnas, ao assumir, já deveria saber o que fazer sobre este assunto, mas a incerteza sobre como lidar com este, veio a tona ainda em campanha quando ela disse que iria conversar com a entidade e tentar achar a solução. 

Como ela ainda não sabe o que fazer, é certo que ainda pagará ao ISEV pelos péssimos serviços que estão sendo prestados e colocando a população, tanto em alto grau de exposição, quando de risco, afinal, se a ordem de medicação para dor é dipirona e soro, o que mais pode acontecer?

Sobre o médico de plantão, de nome Fernando, ao atender o preso, pegou duas fichas para os próximos atendimento, adentrou o consultório, voltou, colocou as fichas na caixa de espera, quando o paciente se pronunciou: doutor, o senhor não vai me atender? É só uma nebulização! O médico mal humorado, saindo do local, de costas respondeu: isto pode esperar até seis horas... O paciente era eu!

MINISTÉRIO PÚBLICO:

O Ministério Público, depois de muitas denúncias apresentadas pela UNASEV - União Das Associações De Estância Velha, incitou o então promotor Pietro, a tomar providências e foi quando este, ingressou com AÇÃO CIVIL PÚBLICA, contra o diretor do ISEV e José Waldir Dilkin.

O promotor era interino, mas fez a sua parte! Porém, já assumiu a titularidade, o promotor Bruno Amorim Carpes e até o momento, não há nenhum pronunciamento do promotor sobre esta ação que não deverá ter outro desfecho, senão, o do fim do contrato com o ISEV, tanto pela inconstitucionalidade, quanto pelos prejuízos que estão sendo causados ao rário público e, em especial e primordial; a população.

UNASEV:


A entidade foi quem se manifestou junto a câmara de vereadores na legislatura passada, apontando todos problemas constados na firmação do contrato com esta empresa. Além do mais, se pronunciou contra e, apenas o então vereador Carlito Borges, foi quem votou contra a aprovação deste calamitoso projeto que virou lei.


A entidade tem a solução para a unidade hospitalar, bem como para a questão da saúde básica, a questão no entanto, pode esbarrar nos melindres da atual prefeita e dos politiqueiros que a cercam.

A UNASEV no entanto, vai se manisfestar junto ao Ministério Público para que dê termo a esta situação que poderá trazer ainda mais prejuízos tanto para o erário público quanto para os usuários da unidade hospitalar. Além do que, está havendo exonerações de bons funcionários e outros tantos, estão lotando os postos de saúde e como foi dito: a prefeita já deveria ter assumido o cargos com decisões nevrálgicas sobre este caso e retomar o hospital que é patrimônio do município e paga por funcionários concursados para trabalhar lá mas estão em desvio de função. 


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