quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A FALÊNCIA MÚLTIPLA DOS ÓRGÃOS BRASILEIROS


O BRASIL VIVE A MAIOR CRISE INSTITUCIONAL DE TODOS OS TEMPOS

As crises vividas pelo país, não são de hoje!

A história é marcada pelas nuances econômicas, planos mirabolantes, alijamento social, dentre outros tantos fatores de muito conhecimento dos brasileiros, assim como, do mundo.

Num passado não muito distante, tais eventos poderiam de alguma forma passar despercebidos, uma vez que o volume de informações, além de diminutos, eram também, como hoje ainda é; manipulados!

O Código Penal ainda data de 1940 e, em tese, seus artigos, incisos e parágrafos, são "severos" na hora de aplicar tanto a lei quanto as sansões aos faltosos/criminosos.

Os crimes que pareciam ser apenas na esfera individual, do ponto de vista de assaltos, latrocínios, crimes passionais e outros, estão largamente elencados no Código e, o dito cidadão comum, as vezes desnecessariamente, dependendo do crime cometido, paga a "sociedade" sua conta, num primeiro momento, em cárcere privado.

No entanto, desde o episódio de Collor de Mello, que teve grande repercussão midiática, os casos envolvendo governantes e políticos não pararam de crescer. É óbvio que desde os primórdios tais práticas nefastas, sempre existiram e os desvios de verba pública, alimentaram a fome vorás e as dispensas de criminosos que enriqueceram com o suor de impostos imputados aos vis mortais chamados; povo!

Os sucessivos golpes não levaram aos que se locupletam da coisa pública, a uma reflexão, antes pelo contrário, em face da permissividade e das brechas da lei, tais, só vem se avolumando e colocando o país em cheque mate.

Neste contexto, não há como mensurar a quantidade de dinheiro roubado do
cofre público ao longo da história do Brasil. São roubos legalizados, como por exemplo; os benefícios que MP e Judiciário criam para engordar seus contra-cheques, governos e casas legisladoras aumentam seus salários descaradamente, além de criarem mecanismo periféricos que só fazem aumentar seus rendimentos. De igual forma, os apadrinhamentos, os cargos em comissão e outros tantos descalabros, colocam em risco com constância, ainda que; vorazes arrecadações: municipais, estaduais e federais. Eles são insaciávies quando o assunto é dinheiro e corrupção. Não havemos de esquecer as polícias que figuram nas folhas de pegamentos do crime organizado, juízes vendedores de sentença e por aí vai.

Os tentáculos do crime cometido pelas instituições que em tese, deveriam ser ilibadas, dizima com a saúde, a educação, a segurança pública, a infraestrutura e toda a sorte de investimentos necessários que deveria ser para o bem estar da sociedade, desaparece e aparece nas mãos e bens de consumo dos corruptos, ao qual, quem elege, é o próprio povo. Povo este, que assiste a tudo, que morre nas filas dos hospitais, que tem sua dignidade espoliada e, ainda assim, tem de levantar antes do sol raiar ou ainda, varar a noite trabalhando para cumprir com suas obrigações e quando de vez em quando se rebela; é agitador, é desordeiro e persona non grata e deve ser banido da sociedade. Preso!

No entanto, a guerra de beleza entre poderes e seus envolvimentos de bastidores acabam em conivência e complacência sem fim. Além disso, os alvos são direcionados e por mais que a ação da polícia federal seja a melhor intenção, apenas um grupo está sendo dizimado enquanto outros, com crimes mais do que comprovados, continuam transitando pelo poder como se nada estivesse acontecendo.

Com tudo isso acontecendo, é liquido e certo afirmar que: O Brasil está numa crise institucional sem precedentes e desta forma, há que se decretar in totem; A FALÊNCIA MÚLTIPLA DOS ÓRGÃOS BRASILEIROS! 












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