sábado, 2 de setembro de 2017

R$350, É O QUE TEM, É PEGAR OU LARGAR! É ASSIM QUE SARTORI, PMDB, TRATA O FUNCIONALISMO

Por cerca de 20 meses, o funcionalismo público do RS vem sofrendo o maior escárnio já visto.

O "governador" que foi eleito com 65% dos votos do povo que se diz o mais politizado do país, com este repetido gesto nefasto e de total desprezo àqueles que são responsáveis pela saúde, segurança e educação a exemplo, não recebem seus proventos como em tese, determinaria a lei.

Mentirosos, colocam a culpa no governo anterior, no governo federal, na crise e
assim por diante para justificar o total desrespeito com o funcionalismo público.

Sartori segue a mesma cartilha do presidente golpista de apresentar um estado falido para assim vender o que resta de estatais.

De igual forma, as medidas desastrosas do "governador" e seu secretário Giovani Feltes, é quem toma à frente, aliás, desde o início do mandato de Sartori para dar explicações estapafúrdias sempre no mesmo tom, de que o governo está buscando fazer um ajuste fiscal e tentar sair da crise.

Em entrevista ao JA, edição de 1º de setembro, a jornalista Cristina Ranzolin chegou a dar demonstrações de irritação com as escusas do secretário que aludiu que o funcionalismo poderá receber no próximo mês, apenas R$ 150. 

O secretário é frio e calculista e não há porque duvidar de quem dá as cartas no desgovernado "governo" Sartori, seja Giovani Feltes.

O estado já foi superado por Santa Catarina e Paraná em vários quesitos de IDH, assim como no cenário econômico.

O aumento de ICMS que foi dado como uma grande sacada para cobrir os rombos das contas públicas, não passou de uma analgesia e apenas aprofundou a crise e em todo este descalabro, tem a mão do secretário.

O funcionalismo está na UTI e ainda respira por aparelhos, por conta disso, ainda que debilitados, continuam prestando os serviços, que, diga-se de passagem, também precários muito mais pela falta de condições do que pela capacidade individual ou coletiva. É claro que alguns, se pagassem para trabalhar, ainda assim seria prejuízo, mas, felizmente, isto é exceção e não regra geral.

Os serviços essenciais como: segurança e saúde deveriam fazer uma paralisação de no mínimo 24 horas, para que a tal sociedade possa de fato sentir a gravidade do problema, afinal, se os agentes citados, trabalhando, nas condições de miserabilidade que estão enfrentando, além de todo o descaso do "governador" do PMDB, imaginemos se paralisarem de fato.

Sartori está dizimando a base do serviço público, ou seja: àqueles que colocam a mão na massa. Enquanto isso, ele e seus asseclas, deputados e seus asseclas, Judiciário, Ministério Público e outros na hierarquia das ditas instituições, recebem seus salários integralmente e em dia.

Se os serviços essenciais resolverem parar e é uma justa causa, quem sabe, com o aumento ainda maior da criminalidade, com mais mortes nas portas dos hospitais, os mesmos 65% dos gaúchos que conduziram Sartori ao governo, criem vergonha na cara e como Salomé que pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, peçam a de Sartori para ser exibida em praça pública, assim como, de todos os seus asseclas.