quarta-feira, 20 de junho de 2018

EV/RS: O QUE TERIA MOTIVADO O SUÍCIDIO DO POLICIAL MILITAR?

Na tarde de 19/06 a cidade de Estância Velha/RS, a cinquenta quilômetros de Porto Alegre/RS, foi surpreendida com a notícia do suícidio do soldado Verner Mendes Madruga de 33 anos.

As primeiras informações deram conta que depois de uma aula no batalhão, onde os policiais que participavam foram liberados para o almoço, o soldado se dirigiu a um dos cômodos do quartel donde os colegas ouviram um disparo de arma de fogo. Ao chhegarem ao local, encontraram o soldado já sem vida.

A morte por si só, é algo estranho! O suícidio ainda mais.

A questão neste caso, é saber o que motivou o policial a cometer o ato.

A sociedade sempre hipócrita e cruel, assim como os governos, (corruptos), não levam em consideração que os mesmos que se colocam a disposição ou são chamados para o dever de promover a segurança as populações, são seres humanos tal qual estes e que desta forma, também tem seus conflitos pessoais.

O número de suícidios e outros afastamentos de policiais, em especial os militares, é algo que não figura em estatísticas para o balanço de uma ação mais efetiva por parte dos órgãos competentes em fazer uma análise mais apurada do comportamentos destes policiais, que tem de estar sempre em prontidão para servir, mas nem sempre são servidos em suas demandas.

QUAL TERIA SIDO O MOTIVO DO SUÍCIDIO DO POLICIAL MILITAR?

Esta pergunta só poderá ser respondida quem sabe, através de uma investigação mais do que apurada, seja pela inteligência da BM ou da polícia civil que é o órgão competente para este fim.

As motivações são as mais diversas, mas somente com uma investigação minuciosa é que Estância Velha/RS poderá saber o que motivou o policial a se suicidar.

Recentemente na Câmara de Vereadores da cidade, os policiais militares fizeram uma audiência pública para pedir a prefeiita Ivete Grade, (PMDB), o auxílio permanência ao qual não foram atendidos.

Além disso, o governador Sartori, (PMDB), vinha brincando com os funcionários públicos e isto atingiu diretamente a polícia militar também, parcelando salários.

Ademais, quem sabia da vida pessoal do militar? Seus conflitos de família, social, profissional e financeiro?

Por estes motivos também, é que os governos devem parar de brincar de fazer segurança pública, bem como com os que são chamados a servir as populações e investir mais no processo de cuidar da psiquê destes homens e mulheres para que não sejam levados a cometer um ato destes que em princípio chocou a cidade de Estância Velha/RS, mas que é uma prática bastante comum em todo o país, mas não é revelado.

O pilicial deixa esposa e filhos.