terça-feira, 25 de setembro de 2012

Bateu o desespero: Turma de Waldir quer vincular o nome da vítima, que é Hoffmann, ao sobrenome de Plínio

Como não poderia deixar de ser diferente, foi A Voz publicar matéria sobre a tentativa de abuso sexual cometido pelo prefeito à vítima Valdete Aperecida, que leva o sobrenome Hoffmann, para a troupe de Waldir Dilkin, começar a espelhar que esta tem parentesco com Plínio Hoffmann candidato a prefeito numa tentativa de vincular os os sobrenomes e com isto dizer que é uma armação da oposição para prejudicar o fatídico prefeito que tenta a reeleição para tentar arrumar a casa e não sofrer as penalidades da lei que com certeza recaírão sobre ele.

Para que tal reeleição aconteça, os maiores absurdos estão acontecendo e A Voz já notíciou alguns deles, mas, o mais gritante, é o fato de estarem comprando a todos que conseguem: com cestas básicas, materiais de construção e muito mais. Tudo saído curiosamente da pasta ao qual Duduzinho está a frente; o desenvolvimento social.

Estão também dizendo, que a mulher é louca e que a justiça tirou a filha dela e deu ao pai que mora em Caxias.

Em relação a terem tirado a filha, é verdade, mas, se os que leram a matéria estão lembrados; Dilkin ao ligar para ela disse que se Valdete a denunciasse sua vida viraria um inferno.

Há que se dizer também, que a juíza titular da comarca de Estância Velha é por demais legalista e a vítima ainda informou, que suas testemunha sequer foram ouvidas e a decisão já havia sido tomada.

Contou ela também que o ex marido tem problemas com alcoolismo e a filha não está bem na companhia do pai.

A Voz se pronunciou e vai oferecer advogados a vítima para rever esta decisão.

Fosse ela louca, o CAPS não forneceria um laudo negando tal argumento e, por outro lado, alguém com distúbios mentais, não estaria cuidando de sua casa conforme mostram as fotos e muito menos dirigir seu carrinho conquistado com o suor de seu trabalho.

Neste caso, se Valdete tem problemas mentais, a situação fica ainda mais ocmplicada para Waldir Dilkin, que se prevaleceu de uma mulher que não está com suas falcudades mentais em dia e, por conta disto, não responde claramente sobre seu próprio corpo ou desejos.

Em relação ao carro popular que Valdete tem, a mesma em razão do estado que se encontra sua perna não está podendo nem dirigir e, fosse ela louca, já não teria cometido algum desatino no transito?
É, estes que estão no poder, não medem esforços para implantar suas mentiras e engodos. Não se pode esquecer, que este PMDB que aí está, é o mesmo que mandou na cidade por anos e nada fez e tem como hábito, fazer com que os cidadãos comam em suas mãos como diz o jargão popular.

Toda esta ação escabrinhosa, nada mais, nada menos é, do que a raiva por Toco ter mostrado como se conduz uma cidade e, também, caso eles percam, o que está praticamente certo, uma vez que a rejeição de Dilkin chega ao patamar de 39% mesmo numa enquete publicada no Jornal O Diário onde ele ainda aparece na frente.

Portanto, o desespero destes que estão aí está chegando as raias da loucura e não medirão nenhum esforço para tentar se manter no poder e farão o que for preciso, até mesmo o ilícito para cumprirem seus intentos.

A vítima, Valdete Aparecida Teixeira Hoffmann, não tem qualquer parentesco com Plínio Hoffmann, fosse isto verdade, ela não teria dito que depois que sua mãezinha faleceu ela ficou sozinha e não tem ninguém por ela e, de igual forma, fosse Plínio um parente próximo, ela teria dito que nem do próprio parente conseguiu guarida para ajudar a resolver seus problemas.

Em sendo assim, fica clara a manobra que a situação continua fazendo: mentindo, mentindo e mentindo sem qualquer constrangimento ou vergonha. Talvez seja por isto também, que Waldir Dilkin tenha apanhado na cara da própria cunhada em frente a prefeitura. Mas isto, será outra matéria.

A Voz quer estabelecer a verdade dos fotos e não ser conivente com a mentira venha de onde vier e seja de quem quer que seja.