sexta-feira, 21 de setembro de 2012

HÁ VAGAS PARA: 9 Vereadores - 1 Prefeito e 1 Vice - EXIGE-SE: COMPETÊNCIA

"O péssimo desempenho dos ‘poderes’ faz população querer renovação total no pleito de 2012"

A pouco mais de quinze dias do pleito, a população de Estância Velha não vê a hora e o dia da eleição chegar.

Mesmo que com toda a decepção política em nível nacional, ao qual esta mesma população é culpada por eleger sem qualquer critério governantes e legisladores, no município, pelas ruas e em todo o lugar, o assunto não é outro senão... o péssimo desempenho, tanto do legislativo quanto do executivo.

No legislativo, a decepção veio pelos cursinhos, contratação de assessores sem comunicar a população e pior, feito as espreitas, agravando-se com o escândalo em rede nacional.

O governo de bairro que não passou de dois encontros com as comunidades, a falta de projetos relevantes e principalmente, a total omissão em fiscalizar os atos do executivo, que mesmo saltando aos olhos as irregularidades, os vereadores e vereadoras desta legislatura, parecem estar apáticos, cegos e surdos para o que está acontecendo.

No executivo, Dilkin, desde há muito vem sendo chamado de: “ sem palavra, promete e não cumpre, além de lotear a prefeitura em seus diversos setores com Ccs”.

A mudança arbitrária nos dias de pagamento do funcionalismo, obras que já eram para estarem prontas e se arrastaram, a falta de remédios na farmácia básica, improbidade em cima de improbidade, mandos e desmandos, favorecimentos de toda a sorte, dentre outros descalabros, fez com que até mesmo os amigos mais chegados, admitirem que este pode ser o pior prefeito que o município já teve. (O mesmo a população diz do legislativo).

Apenas uma edição de jornal não é suficiente para elencar a incapacidade do executivo em gerenciar os recursos e de igual forma aplicá-los.

Nem mesmo soluções simples com custos baixos são efeutadas e o município parece jogado as traças com a conivência de um legislativo que não disse ainda a que veio.

A quase quatro anos nos ‘poderes’, nenhum, nem outro consegue afinar o discurso, tanto entre si, quanto com o funcionalismo e principalmente com a população.

A população cujo o discurso continua afinado e vem de longe, é a do assistencialismo barato, seja para ignorantes, desprovidos de ‘sorte’ ou mesmo do relegado sub-mundo que foge da lei.

No entanto, estes, ainda são os votos garantidos, afinal, esta população dita marginal, acostumou-se com as beneces e aprendeu a tocar no ponto fraco de políticos, preparados ou não, que cedem a estes caprichos nefastos que dizimam qualquer sociedade.

Noutra ponta, a tal sociedade, parte dela reacionária e retrograda, não quer que as coisas mudem e com isto, por trás dos bastidores, buscam ditar as regras do que deve ou não ser feito, sempre, evidentemente, procurando preservar seus capitais de toda a natureza. Porém, a outra parte desta população e sociedade que é a maioria, é quem vai preconizar a mudança, até porque, há muito estes extremos vem sufocando a estes; que consomem, pagam e não recebem os seviços devidamente qualificados através de seus impostos.

Dado a todos estes fatos presentes, pertinentes e persistentes, é que a população diz: HÁ VAGAS PARA: 9 VEREADORES – 1 PREFEITO  E 1 VICE, MAS, EXIGE-SE: COM-PE-TÊN-CIA.