sexta-feira, 21 de setembro de 2012

POBRE ESTÂNCIA VELHA: PARADA NO TEMPO, DOMINADA P/ OLIGARQUIAS, POLITIQUEIROS AMADORES E INTERESSEIROS



Especial: um apanhado geral dos mandos e desmandos numa cidade que tem todos os ingredientes para se desenvolver, mas continua no ostracismo e sem um rumo definido.
O mês de setembro e o início do mês de outubro de 2011, foi marcado pelo corre, corre dos partidos e daqueles que querem continuar na teta do contribuinte ou entrar para mamar também.

Como de praxe, numa cidade onde o conteúdo intelectual e propostas plausíveis para tirar Estância Velha da estagnação podem ser relegados ao segundo plano, deram lugar às intrigas e fofocas que tomaram conta do cenário, promovido muito mais, pelo desespero de muitos.


Troca de acusações, falácias e mais falácias, foi a tônica do troca, troca de partidos e aliciamento de novos filiados. Todos com seus argumentos, ainda que possivelmente esfarrapados, migraram para outros partidos, na condição primeira de vítimas que não lograram espaço em seus partidos de origem.


Chegou 2012 e com ele o pleito eleitoral e as coisas continuam, no mínimo, parecidas ao cenário anterior.

Waldir, que está no poder, continua desfilando e publicando em seu material de campanha as mesmas mentiras desde o pleito de 2008.
Cheio de improbidades administrativas, continua seu desastraso mandato sem querer dar explicações a ninguém. Para alguns, se mostra o coitadinho, para outros, o lobo devorador e mesmo assim, quem deveria tomar providências sobre estes mandos e mandos, o legislativo, não faz.
Enquanto isto, Waldir, ameaça, persegue e humilha o cidadão que é quem paga o salário dele.
Detesta negros e pardos, mas finge ser um católico devoto, mas as escusas visita centros de umbanda, batuque e espirita para buscar soluções do além ou mesmo proteção para si mesmo, posto que, já tem contra ele vários processos de natureza diversa. Os mais cotações são os de difamação, dano moral, calúnia,  e até assedio sexual.

Plínio por sua vez, decolou pela falta de opção no início do pleito mas inda não convenceu de que mereça o cargo. Para piorar sua situação, o próprio Waldir e sua troupe resolveram publicar um material sobre suas viagens e isto abalou o prefeiturável. Da mesma forma, Plínio também, ao que parece, não contabiliza em seus histórico, serviços relevantes prestados ao município quando do cargo de vereador e também quando esteve no Pronasci. No entanto, o maior discurso dele e isto tem sensibilizado a muitos, é de que foi abandonadopelo PT, seu antigo partido, quando concorreu a deputado pelo município.
 Pedrinho por sua vez, entendeu que seria a vez dele concorrer e não respeitou ninguém dentro do partido, nem mesmo o guru Toco e lançou-se candidato. Sem esxpressão e desconhecido, começou sua caminhada quase perdida. Mas, como Toco também tem seus interesses, resolveu dar uma mãozinha ao companheiro libertino e, no sentimento que vem das ruas, Pedrinho está ganhando pontos, não pela sua pessoa, mas muito mais pelo arsenal petista tanto na esfera estadual quanto federal. Dizendo-se convertido ao evangelismo e arrempendido de seus feitos, ainda assim, nutre em seus atos e aparência um tom de arrogância e prepotência. No entanto, a verdade deve ser dita, ele esteve com Toco nos oito anos de mandato e como secretário de administração daquela gestão, tem sim, conhecimento de causa. Se vai colocar em prática o aprendizado, é outra história.
DOMINADA POR OLIGARQUIAS:


A cidade vive há muito sob o jugo de oligarquias. Estas nem sempre aparecem, mas dominam e não querem que as coisas mudem, não querem a concorrência e muito menos dividir espaço.

No setor imobiliário, por exemplo, é inadmissível que dois ou três, detenham a maior fatia do mercado, fazendo o que bem entendem no que diz respeito ao valor de aluguel ou mesmo venda de imóveis, inviabilizando o desenvolvimento comercial do município.

Ainda tem também os ban-ban-bans do poder econômico que por detrás da cortina insistem em continuar dando as cartas do jogo a um município com todo o potencial de crescimento em todas as áreas. Isto tem que acabar!

PARADA NO TEMPO:

Dir-se-ia; quase dentro de Porto Alegre e com 53 anos de idade. Mas, Estância Velha continua parada no tempo e pior; não tem identidade.

Há uma parcela considerável de pessoas que vivem na cidade há mais de 20 anos e ainda não tem seu título cadastrado no município. Outro absurdo!

A falta de identidade se dá pelo fato da forte migração no período do bum do setor coureiro calçadista. No entanto, por estar antes, uma pequena parcela de imigrantes e descentes da etnia alemã, ignoraram negros, portugueses e até indígenas que já estavam aqui antes deles e adonaram-se da cidade, fecharam-se entre si e alijaram tanto os demais que vieram dos muitos interiores do estado e até de fora, como o próprio desenvolvimento do município.

Estância Velha pertence ao Rio Grande do Sul e ao Brasil, portanto, é dos brasileiros e não de uma etnia ou outra que nos tempos além-mar, muitos ganharam terras para poder se estabelecer no lugar e fazê-lo se desenvolver. Não vamos nem falar dos que tomaram terras na chamada mão grande e são grandes áreas e hoje, ainda querem, mesmo que descentes de uma segunda geração ostentar riqueza, austeridade e continuar por trás da cortina querendo dar as cartas do jogo; jogo da estagnação onde somente poucos querem ganhar muito.

Por conta destes mandos e desmando, a cidade está parada no tempo e quem tenta insurgir-se para mudar o quadro, é alvo de ataques sórdidos e covardes, feitos normalmente as espreitas para não serem identificados.

UMA TETA PARA MAMAR:

A teta do erário público continua sendo para alguns uma bela oportunidade de mudar de vida, se comparando quem sabe, como ganhar na loteria.

Infelizmente, junto com os pretendentes, vêm aios e aias, (muitos e muitos, querendo tirar proveito e tentar arrumar um lugarzinho qualquer para poder se locupletar).

Enquanto, o corre, corre divulgado na imprensa se desenha, nos bastidores, estão estes que aguardam ansiosos quem será o futuro prefeito para se escorar e mamar por quatro anos na teta do contribuinte.

Alguns partidos, querendo ou não, terão de carregar estes inços, devido ao chamado, (rabo preso) e também por compromissos de campanha, que depois do pleito, tem que acomodar a muitos, seja como Ccs, seja como prestadores de serviços.

A pergunta é: quando é que vamos acabar com estes inços malévolos que ficam escondidos como ratos de porão comendo migalhas, mas sonhando em comer um belo manjar com as falcatruas constantes que enojam a população e a afasta cada vez mais do interesse e da participação política, que levada a sério, é o pilar das relações humanas em qualquer situação?

RECADO AOS POLITIQUEIROS E INTERESSEIROS:


A população que ver o dinheiro de seus altos impostos aplicados no município, no seu bem estar, e não na aquisição de carros, imóveis e outros fetiches daqueles que sabidamente quando adentraram o poder mal tinham como se suster e logo, logo, mudam de vida como da água para o vinho.

Esta eleição não será tão fácil como poderá parecer. Não pelos conchavos políticos, mas muito mais, pelo descrédito que estes que passaram ou estão no poder, deixam como legado para a população e para os futuros candidatos.

Se Jesus, em seu tempo na terra não conseguiu convencer a todos, mesmo fazendo milagres a luz do dia de que Ele era O Messias, O Salvador, que dirá de reles mortais, mesmo que com suas boas vontades e imaculados, onde outros, dos meandros sórdidos da politicagem terão de fazer para convencer os eleitores de que não farão o mesmo.

Dos que estão candidatos a prefeito, o que se vê em verdade, é uma busca titânica somente e tão somente para assumir o poder.

Na trilha destas conversações, negociações e novas filiações não foram deixados rastros do que efetivamente os pretendentes terão para oferecer a Estância Velha.

O bom disto tudo porém, é que a população face as muitas manchetes de corrupção, de engodos e toda a sorte de maledicência a respeito do cenário político, a maioria está mais ávida e, seungo especialistas no assunto, nesta eleição em todo o país, deverá haver uma mudança considerável tanto nas casas legislativas quanto nos executivos.

Portanto, os que estão sonhando em voltar as suas cadeiras, que tratem de rever seus conceitos. Em Estância Velha, esta mudança de percurso poderá já ser tarde e para quem pretende entrar, principalmente no legislativo, que trate de se comprometer somente e tão somente com aquilo que for de suas alçadas, do contrário, dentro de quatro anos darão lugar a outros.