sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A VOZ SAIU NA FRENTE E HÁ MUITO VEM DENUNCIANDO AS IMPROBIDADES DE DILKIN E SUA TROUPE, AGORA, ESTÁ NA MÍDIA NACIONAL E NAS REDES SOCIAIS. DEMOROU, MAS, " A CASA CAIU"

É possível que a maioria não tenha conhecimento, mas, o Jornal A Voz em sua versão impressa, vem há muito denunciando as improbidades de JOSÉ WALDIR DILKIN e, de igual forma, vinha pressionando o legislativo, que nunca se pronunciou efetivamente e também o MP, onde, na figura do promotor Michael, também nada aconteceu.

Este fato que agora virou notícia televisiva em rede nacional, para A Voz não é nenhuma novidade e ainda no pleito, já tinha conhecimento de práticas de compra de votos através da doação de materiais de construção saídos da Secretaria de Assistencia Social e outras práticas, que evidenciavam o abuso de poder econômico.
Numa das situações que evidenciam claramente o total desrespeito do 'prefeito' se deu´numa residência próxima ao Atlântico, onde a família autorizou a colocar a placa de um candidato a vereador e, por conseguinte a placa de Plínio, José Waldir Dilkin foi pessoalmente ao local e exigiu que as placas fossem retiradas. Do contrário, a família não receberia mais fraudas geriátricas fornecidas pelo município. A coligação PSB, nada fez neste sentido, denunciando-o ao TRE.
As imprpbidades da atual administração começaram ainda em 2009, início de mandato, quando foi feita licitação para asfaltamento de uma rua e o dinheiro para tanto ainda não estava disponível em conta. " A câmara de vereadores; fez vista grossa.

Houve ainda, empenho pago por Paulo Longaray quando estava na prefeitura no setor de planejamento, numa obra no bairro Bela Vista que sequer havia sido começada.

A Festa do Peão Boiadeiro, também teve atos de improbidade. Uma festa orçada em cerca de R$ 500 mil, foi feita com apenas R$ 170 mil em caixa.

Já o fracasso do show de Victor & Léo, que custa cerca de R$ 300 mil, custou aos cofres da prefeitura, mais de R$ 500 mil e a câmara, em nenhum dos casos se pronunciou.

Este caso mostrado na reportagem  e outros que envolvem Sônia Cardoso e sua famosa cooperativa, A Voz já havia denunciado, quando ela em atributo ao cargo com a conivência de José Waldir Dilkin, simplesmente permitiram a 'invasão' de àrea pública, pertencente a associação dos moradores do Alto da Colina.

Na oportunidade, foram dados materiais de construção para casas irregulares e, em alguns casos, até mesmo dinheiro.

Recentemente o MP se pronunciou neste caso para tentar a impugnação da candidatura de Sônia, mas a juiza Roseli, não acolheu e o promotor Charles ainda tentou o agravo da ação. Ou seja: o MP já tem ingredientes suficientes para oferecer denúncia sobre as muitas improbidades de Dilkin e sua troupe.

Sobre esta matéria exibida pelo SBT, A Voz também já tinha feito mensão a cobrança inclusive do valor de R$ 1. 500 para os candidatos poderem ter acesso as moradias que foram entregues inacabadas e A Voz teve acesso a um recibo assinado por Sônia, com o carimbo da prefeitura.

Além deste fato, até o momento não foi explicado o porquê, cerca de R$ 400 mil foram parar na conta de Sônia Cardoso que foram destinados para este programa do Governo Federal em parceria com o Governo do Estado e Município e tudo isto, com o total conhecimento de José Waldir Dilkin.

Noutro documento que A Voz teve acesso, a relação dos possíveis pretenços as moradias subsidiadas, fica evidente que entrava para a habitação quem fosse conivente com as condições de ou Sônia ou, fosse afeta a ela e como pode ser visto, um dos nomes é riscado e escrito ao lado: foraaa!!!

O que evidencia que a pessoa em questão não se enquadrava ou questionava os métodos de Sônia para obter as moradias.

No pleito, A Voz tomou conhcimento da pressão feita em cima dos que conseguiram as casas e Sônia foi de casa em casa com José Waldir Dilkin para pedir votos e lembrá-los que eles estavam lá por causa dela.

O marketing de Dilkin chegou a produzir um material aludindo a estas moradias num ato impressionista, contrariando a realidade presente de quem ainda vive o pesadelo dentro destas moradias e aos poucos, por si mesmo estão fazendo as melhorias.

O program que previu o valor de R$ 11 mil fracionado nas três esferas, sendo a menor parte a do município, nem de longe foi feito.

Antes pelo contrário as casas foram entregues as pressas, sem mesmo ter vaso sanitário, piso, forro e tudo o que estava previsto no programa e, neste sentido, mais uma vez houve a total ausência da câmara de vereadores para questionar e até mesmo impugnar a obra.

Dizendo-se o Senhor das Obras, José Waldir Dlkin, passeou pelo pleito mentindo, intimidando os fracos e comprando a todos quem pudesse.
Estas fotos são inquestináveis e irrefutáveis e se a justiça quiser, José Waldir Dilkin com certeza, não assumirá este segundo mandato. Mas, para que isto aconteça mais o rápido o que é o desejo da maioria da população, a justiça deve ser pressionada para impedir a continuidade dos mandos e desmandos dele e sua troupe.

O Jornal A Voz fez a sua parte e agora, a grande mídia vai cobrar medidas e depende também de mobilização popular para impedir José Waldir Dilkin continue fazendo o que bem entende como se a prefeitura fosse dele.