terça-feira, 23 de outubro de 2012

Câmara de Vereadroes de EV: Quatro anos perdidos com um legislativo apático e sem compromisso com a cidade


A Voz vem desde o inicío do mandato destes 'legisladores', questionando suas ações e suas muitas benevolências com o atual governo.

Eleitos pelo voto direto, prometeram mundos e fundos e até mesmo o que não era de suas competências.

Como sempre: saúde e educação, a pauta de todos, mas, na prática, nada fizeram de concreto.

Tomé Foscarini: veio com sua bandeira da farmácia e optou por ver o contribuinte ir para casa sem o remédio do que execer sua função: exigir medidas cabais para resolver o problema.

Ele também, por duas vezes presidente da casa, nada fez para tornar o legislativo mais atuante e fiscalizador.

Em 2010, em alto e bom som, disse que iria resolver o problema do cemitério municipal, mas...
Também ensaiou resolver o problema do transporte coletivo, mas... continua a mesma coisa, senão pior. Estes são apenas alguns dos discursos, que na prática não se concretizaram.

Rosani Morsch: levantou a bandeira da saúde e mobilizou muitos votos com seus próprios colegas de profissão. Se elegeu e escondeu a bandeira, mesmo porque, ser vereadora não era o seu sonho e sim; prefeita.

Participou de praticamente todas as reúniões do Conselho Municipal de Saúde, mas, ao que parece, não tinha conhecimento do poder que este conselho pode exercer, quem sabe, em verdade, ela já estava em campanha para seu intento deste ano que acabou fracassando.

Seus colegas por sua vez, continuaram comendo o pão que o diabo amassou e não se pronunciou em nada, nem mesmo quando Waldir os chamou de vagabundos. Aliás, palavra corriqueira na boca, do mais sem caráter que a cidade já pôde conhecer.

Teve todas as oportunidades para chamar o prefeito a luz da verdade, mas, só em campanha, talvez num ato impressionista, ela e Plínio, pediram para Waldir abrir as contas, mais volumosas e atrasadas, impossível. E, segundo informações, em três anos e meio, apresentou apenas três projetos.

Carlinhos Vira Mato: Junto com Tomé, criaram o projeto; legislativo nas escolas que nunca aconteceu. Ignorou uma decisão conjunta com os vereadores e promotor na época, Paulo, de deixar Waldir fazer o Kerb nas terras do nada, afim deste poder cobrar medidas do prefeito pela falta de estrutura e tratou de pleitear o Kerb no centro como um grande projeto para a cidade.

Noutra ponta, arrumou briga gratuita com o presidente do PSB e despediçou tempo naquilo que realmente ele mais sabia fazer em relação aos seus colegas: legislar.

Toquinho do Rincão: por mais incrível que possa parecer, foi dos que mais apresentou projetos que viraram lei. Mas, como ele mesmo disse, só seria este mandato e trataria de fazer o maior número de leis possíveis que ao final pudessem beneficiar a ele e a família.

Também segundo ele mesmo, isto não era para ele e, porque, se sentia no meio de um ninho de cobras, onde um queria comer o outro.

Clúadio Hansen: o chamado Tatu do Rincão e o amigo do poder, também passou maior parte do tempo deste mandato, apenas sendo concordino com o prefeito, apresentou apenas um projeto e foi beneficiado com o asfalto. Em contra partida, não pronunciaria em nada mais em relãção ao atual governo.

Manteve sua cadeira no legislativo mas mesmo assim, perdeu votos em relação ao pleito anterior. Depois deste AVC recente, segundo informações, pretende voltar, mas, já teria sinalizado que sua posição em relação ao atual gorveno, será de neutralidade. Aliás, como sempre foi.

Django: seu maior projeto foi; Vida para a Vida, ao combate as drogas e nunca saiu do papel.

Como presidente da casa disse que as coisas iriam mudar e mudaram mesmo. Gastou mais que seu antessessor em meio ano, também recebeu sua cota de benefícios para aprovar os asfaltamentos e, o maior investidor na atual administração, repassando recursos, sem sequer questionar.

Teve ainda, segundo informações, a conivência em ocultar que o prefeito não estava repassando o dinheiro da casa, que por lei deve ser todo o dia dezenove de cada mês. Não obstante, faltou com o decoro e chamou o presidente do seu partido de bunda mole em plena sessão na tribuna.

Dudu: mesmo com o coração fragilizado, também fez apenas um projeto que poderia ser chamado de relevante, não fosse a falta de conhecimento do vereador sobre todo o contexto econômico e de inserção social que este representa; a separação do lixo químico.

Da mesma forma, até conseguir seu intento, que era colocar o filho em um cargo na prefeitura, tudo o que viesse do executivo, poder-se-ia contar como certo o voto contra de Dudu. Depois que conseguiu o que queria, Waldir passou a ser o melhor homem e prefeito do mundo.

Além disto, criou um calendário de sessões solenes onde a população em nenhum momento foi consultada sobre os agraciados e que também gerou um custo ao contribuinte que até hoje ninguém sabe o quanto isto representa.

Se reelegeu, mas também perdeu votos.

Geada: Lá no início de seu mandato, foi beneficiado com uma ponte exclusiva para acesso a sua casa. De igual forma também recebeu seu quinhão para aprovar o endividamento do município e seu maior projeto, foi agraciar aos alunos de uma escola, segundo ele, que queriam que o símbolo da cidade fosse o Ben-Te-Vi, que na linguagem suburbana pode ser chamado de X9.

Para dizer que estava fazendo alguma coisa, andou passeando pela cidade para ver os problemas e, como não tinha idéias, apresentou alguns ante-projetos advindos do executivo.

Sônia de Brites: eleita pelo voto de legenda e sempre no salto, fazendo questão de exibir seu título de professora, não foram poucas as vezes que assassinou a lingua portuguesa em plenário. Fiel ao seu partido, sempre disse amém aos ditâmes do prefeito, mesmo que fossem os mais estapafúdios e de concreto, nada fez para mudar a cara nem da cidade e muito menos de outros tantos problemas. Está reeleita, sem dizer de fato a que veio em seu primeiro mandato e com certeza, continurá dizendo amém ao ex-seminarista Waldir.

Mesmo reeleito, ainda que, rejeitado por cerca de 70% da população e as urnas não mentem, Waldir continua com sérios problemas para resolver as contas.

Como não há gestão, a primeira coisa que fez, foi mandar todos seus asceclas embora, está cortando os FGs e quer cortar também as extras dos funcionários principalmente do hospital que tem se desdobrado e dois ou três para tentar atender a demanda.

Além disto, falta tudo e tanto o HGV quanto as Unidades Básicas de Saúde, estão entregues ao deus dará.

Os vereadores que não se reelegeram e até mesmo os que estão coniventes com esta situação calamitosa, poderiam ter pelo menos um pouco de vergonha na cara e chamar o prefeito sem efeito a razão; por bem ou por mal.

Com certeza e isto vai direto para os não reeleitos, que mesmo que nada tenham feito em quase quatro anos poderiam sim, fazer nestes dois últimos meses que falta para deixarem suas cadeiras no legislativo.

Resta saber se terão esta coragem e dignidade pelo menos diante de seus eleitores que os colocaram no legislativo como uma forma de respeito e provar todo o contrário até então.

Ninguém deve se iludir, Waldir está reeleito mas não goza sequer nenhum um pouco da simpatia da maioria da população.

Antes pelo contrário, muitos estão resmungando pelos cantos este novo desastre na política estanciense. Mas, se o legislativo não se pronunciar o que é o mais certo, outras medidas estão sendo tomadas longe dos olhos e das más linguas para interrromper todos os mandos e desmandos de Waldir que continua mentindo, mentindo, difamando e difamando toda e qualquer pessoa que ele entendar ser seu desafeto.