segunda-feira, 5 de novembro de 2012

DENÚNCIA: GRAVAÇÃO AUTORIZADA PODE ACABAR DE VEZ COM WALDIR DILKIN

Estância Velha já sabe há muito que o atual prefeito não respeita nada e a ninguém. Sua prepotência e arrogância chegou ao cúmulo pelo fato de que nem mesmo as ações do MP foram resguardadas e isto com certeza, é crime ou, mais um, cometido por José Waldir Dilkin. Mas, ao que parece, a justiça está mesmo sendo ou se fazendo de cega, posto que, somente no Ministério Público de EV, pelo menos três ações civis públicas foram protocoladas e, de igual forma, o jornal A Voz, repassaou alguns envelopes recebidos contendo inúmeras denúncias sobre as improbidades administrativas do prefeito e até o momento, nada foi feito.

A Voz tem tido um olhar crítico sobre o MP/EV e boa parte da população também, porque desde o promotor Paulo, muitas foram as denúncias e muitos foram os TACs - Termo de Ajustamento de Conduta e o mesmo aconteceu com o promotor Michael. Ambos já deixaram o cargo e agora cabe ao promotor Marcelo Tubino dar sequência ou, definitivamente, dar termo aos anseios da população que não quer mais José Waldir Dilkin na prefeitrura. A prova disto foi nas urnas, onde a maioria disse não a reeleição dele.

O promotor Michael, antes de deixar o cargo, havia pedido algumas informaçoes e documentos a atual administração e, segundo informações, quem estava incumbido da função, teria dito que não "ia dar nada" e nem tempo, afinal, já sabiam da saída do promotor. Assim como, também segundo informações, houve festa quando definitivamente o promotor foi embora. E diga-se da passagem, sem dizer a que veio de fato.

Diferentemente dos elencados, o promotor Charles tem se esmerado na apuração dos mandos e desmando do prefeito e, como viés para seu intento, tentou sem sucesso impugnar a candidatura de Sônia Cardoso que não foi acolhida pela juíza Roseli, que também diga-se de passagem, é muito legalista e por vezes não enxerga a natureza concreta do fato.


Se esta decisão dependesse única e exclusivamente do promotor Charles, Sônia não teria concorrido e, não importa o número de votos que Sônia fez, estes ajudaram na composição dos votos de José Waldir Dilkin e é claro, a juiza contribuiu para isto.

No entanto, agora com toda esta exposição na mídia, quem sabe ela reveja sua decisão e corrobore para que aconteça o que a população não quer: José Waldir Dilkin a frente da prefeitura novamente.

Em relação a gravação, que será entregue a justiça eleitoral e ao MP, que não tem qualquer corte ou edição, a declarante afirma que o prefeito era avisado por um comparsa, (funcionário público), quais as empresas que o promotor Michael iria visitar, usando do privilégio da informação e do cargo, ele ligava para as empresas avisando que o promotor faria visita de inspeção.

Num outro trecho, ela é questionada sobre como o prefeito conseguiu pagar os cerca de R$ 1 milhão que havia pego do curtume ao qual dirigiu e ela confirmou que o mesmo estaria vindo da aprovocação dos loteamentos.

Questionada mais uma vez, lhe foi perguntado se Sônia Cardoso tinha participação e ela também confirmou que sim.

Desta forma, não há mais como procrastinar na interrupção de tais atos e muito menos permitir que José Waldir Dilkin seja diplomado.

Mas para que tal se suceda, é preciso também que a população tome parte no processo e pressione o MP para tomar as medidas cabíveis e não apenas ficar numa expectativa que poderá não surtir efeito se não houver esta participação e manifestação popular.

Serviço:

e-mail do PM: mpestancia@mp.rs.gov.br
fone: 3561 1355