terça-feira, 20 de agosto de 2013

Estância Velha: HGV na mira da privatização


Os funcionários do Hospital Getúlio Vargas - HGV, estão com os nervos a flor da pele, afinal, como é de praxe os que orquestram o total desmantelamento da cidade e isto inclui a unidade, estão causando o maior terror com informações no hospital sobre a privatização do mesmo.

Na seção plenária de Hoje, a secretária Ângela deverá comparecer para explicar os benefícios de tal negociação.

Informações de bastidores dão conta de que alguns vereadores e não é difícil de saber quem; Dudu - Cláudio Hansen - Sônia de Brites e Saci, isto apenas para começar, já estariam dispostos a aprovar o projeto sem sequer ter o teor do mesmo em mão para uma análise criteriosa.

Ângela que não tem nenhum compromisso com a saúde e com seus colegas será em bem verdade a testa de ferro de Waldir para tentar levar adiante um sonho antigo do atual prefeito desde 2009.

O questionamento que deve ser feito no entanto, é: onde foi para o dinheiro?

Outra fonte informou de que o município está literalmente quebrado e que não foram poucas as vezes que pensaram em fechar as portas da unidade quase centenária.

Os fracos vereadores desprovidos de conhecimento e coniventes com os mandos e desmandos do atual prefeito, deveriam no entanto questionar o porquê da contratação da empresa ALMED, uma cooperativa, segundo dizem, contratada sem qualquer viés previsto em lei e condenado pelo TCE.

É preciso lembrar no entanto que tal situação talvez seja mais do que merecida aos funcionários, afinal, a maioria votou em Waldir, ludibriadas por um cartão corporativo e um aumento de salários que contribuiu para o endividamento do município.

Porém, se estes mesmos funcionários, tiverem um pingo de decência, deverão comparecer a seção da câmara de hoje e protestar para que o rito macabro desta sórdida manobra não se concretize, do contrário, terão sérios problemas e comprometerão suas carreiras e, consequentemente seus proventos, mesmo porque, a iniciativa privada visa o lucro e não o assistencialismo.

Noutra ponta, a população também deve se manifestar, pois, se isto acontecer, os que dependem diretamente do SUS, sofrerão as consequências e praticamente não terão o atendimento por este canal de saúde do Governo Federal.

O caos está instaurado, resta apenas funcionários e população deixarem a covardia de lado e se pronunciarem em favor do hospital.